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22 de abril de 2009

Biblio em Cena

Dentro das comemorações do Dia do Livro, os alunos da Educação Infantil até a 4ª série do Ensino Fundamental estão tendo momentos especiais na Biblioteca. Hoje as turmas que estrearam as atividades assistiram ao vídeo "Reinações de Narizinho", baseado na obra de Monteiro Lobato. Após a sessão "Biblio em Cena" refletiram sobre os cuidados com os livros e receberam um marcador de página com um personagem do Sítio do Picapau Amarelo para colorir e utilizar nos livros retirados na Biblioteca.

Em breve, mais novidades para os leitores da Biblioteca José de Alencar.

video

19 de abril de 2009

Dia do Índio


Em 19 de abril, comemora-se o Dia do Índio.
Através da pergunta: como vivem hoje os primeiros habitantes do Brasil? você fica por dentro de muitas informações sobre os índios.
"Muito tempo se passou desde que os portugueses chegaram aqui e conheceram esses povos cheios de tradições. Mais de 500 anos depois, qual é o resultado desse encontro de culturas? Pegue seu cocar e embarque nessa viagem ao mundo indígena moderno," acessando o site da Ciência Hoje.
Texto: Tatiane Leal
Foto: Angelo Marcello
Texto completo disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/143036. Acesso em: 19 abr. 2009.

14 de abril de 2009

Monteiro Lobato

Monteiro Lobato é apontado como o autor que mais escreveu para crianças em todo o mundo, sendo a sua obra considerada a mais extensa de literatura infantil de que se tem notícia. Bateu recordes de vendagem, atingindo entre 1925 e 1950 um milhão e meio de exemplares vendidos de seus livros.
Nascido em Taubaté, São Paulo, em 18 de abril de 1882. Aos 9 anos resolveu mudar seu nome para José Bento Monteiro Lobato, pois desejava usar a bengala do pai, gravada com as iniciais J. B. M. L. Na infância, viveu num universo propício para desenvolvimento de suas histórias. Era chamado de Juca, por suas irmãs Judite e Esther, e gostava de fazer bichos de chuchu com palitos nas pernas.
Era um hábito, naquele tempo, as crianças brincarem com sabugos de milho que se transformavam em bonecos. “Por isso, cada um de meus personagensPedrinho, Narizinho, Emília e Visconde – representa um pouco do que fui e um pouco do que não pude ser”, escreveu. Aos 14 anos, escreveu sua primeira crônica para o jornal O Guarani. “Sempre amei a leitura. Li Carlos Magno, Robinson Crusoé e todo o Júlio Verne”, registrou. Nas pequenas cidades do interior, escreveu para jornais e revista.
Quando seu avô, Visconde de Tremembé, morreu, em 1911, herdou dele a fazenda Buquira, passando de promotor a fazendeiro. Foi na fazenda que escreveu o Jeca Tatu, símbolo nacional. Para viabilizar a edição de seus livros para adultos, comprou a Revista do Brasil. Urupês iniciou o processo editorial de Lobato.
Antes de criar a primeira editora nacional, Monteiro Lobato & Cia, os livros do Brasil eram impressos em Portugal. Empresário falhado e escritor bem sucedido, fundou, em 1946, a Editora Brasiliense, para editar suas obras completas.
Pouco antes de morrer, declarou em sua última entrevista, à Rádio Record de São Paulo, que gostaria de ter escrito mais para as crianças, em vez de perder tempo escrevendo para “gente grande”. “Quiseram me levar para a Academia Brasileira de Letras. Recusei. Não quis transigir com a praxe de lá – implorar votos. Tive muitos convites para cargos oficiais de grande importância. Recusei a todos. Getúlio Vargas (presidente do Brasil na ocasião) convocou-me para ser o Ministro da Propaganda. Respondi que a melhor propaganda para o Brasil, no Exterior, era a liberdade do povo, a constitucionalização do país. Minha fama de propagandista decorria da minha absoluta convicção pessoal. O caso do petróleo, por exemplo, e do ferro. Éramos ricos em energia hidráulica e minérios, e não somente café e açúcar. Durante 10 anos, gritei essas verdades. Fui sabotado e incompreendido. Dediquei-me à Literatura Infantil já em 1921. E, retornei a ela, anos depois, desgostoso dos adultos. Com Narizinho Arrebitado, lancei o Sítio do Pica-pau Amarelo. O Sítio é um reino de liberdade e encantamento. Muitos já o classificaram de República. Eu mesmo, por intermédio de um personagem, o Rei Carol, da Romênia, no livro A Reforma da Natureza, disse ser o Sítio uma República. Não; República não é, e sim um reino. Um reino cuja rainha é a D. Benta. Uma rainha democrática, que reina pouco. Uma rainha que permite liberdade absoluta aos seus súditos. Súditos que também governam. Um deles, Emília, é voluntariosa, teimosa, renitente e não renuncia aos seus desejos e projetos. Mas eu precisava de instrumentos idôneos para que o trânsito do mundo real para o fantástico fosse possível, pois, como ir à Grécia? Como ir à lua? Como alcançar os anéis de Saturno? Bem, a lógica das coisas impunha a existência desse instrumento. Primeiro surgiu o “O Pó de Pirlimpimpim” que transportaria para todo e sempre, os personagens de um lugar para outro, vencendo o ‘ESPAÇO’. O ‘FAZ-DE-CONTA’, pó número 2, venceria a barreira do ‘TEMPO’, suprindo as impossibilidades de acontecimentos. Finalmente pensei no ‘SUPER-PÓ’, inventado pelo Visconde de Sabugosa, em O Minotauro, que transportaria, num átimo, para qualquer lugar indeterminado, desde que desejado.”

Se você deseja saber mais sobre Monteiro Lobato. Acesse os links abaixo:

Personagens - Clique aqui!

Mais sobre os Personagens

Biografia

Projeto Memória - Monteiro Lobato

Livros

Sítio do Picapau Amarelo

Trecho da matéria publicada pela Revista Construir. Disponível em: http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=412. Acesso em: 13 abr. 2009.

8 de abril de 2009

VIVA O LIVRO!


No mês de Abril, a Biblioteca desenvolverá atividades de leitura diferenciadas para marcar a passagem do Dia Internacional do Livro (2 de abril - Andersen), Dia Nacional do Livro Infantil (18 de abril - Monteiro Lobato) e do Dia Mundial do Livro e do Direito Autoral (23 de abril - Cervantes e Shakespeare).


DICAS DE LEITURA

ANDERSEN

  • O patinho feio
  • A princesa e o grão de ervilha
  • A pequena sereia
  • Os novos trajes do imperador
  • O soldadinho de chumbo
  • Os cisnes selvagens
  • O rouxinol

MONTEIRO LOBATO


  • O sítio do picapau amarelo
  • As reinações de Narizinho
  • Viagem ao céu
  • Emília no país da gramática
  • As caçadas de Pedrinho
  • Aritmética da Emília
  • Geografia de Dona Benta
  • Serões de Dona Benta
  • O poço do Visocnte
  • O Minotauro
  • A reforma da natureza
  • A chave do tamanho

SHAKESPEARE


  • Sonho de uma noite de verão
  • Megera Domada
  • A Tempestade
  • Romeu e Julieta
  • Macbeth
  • Otelo
  • Hamlet


CERVANTES

  • Dom Quixote

2 de Abril - Dia Internacional do Livro Infantil


Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado o dia internacional do livro infantil, que é comemorado na data de seu nascimento; em virtude das inúmeras histórias criadas por ele.

Dentre as mais conhecidas mundialmente estão “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia” e “As Roupas Novas do Imperador”.

A data é conhecida e comemorada mundialmente, em mais de sessenta países, como forma de incentivar e despertar nas crianças o gosto pela leitura.

Tanto os clássicos da literatura infantil quanto os livros somente ilustrados, proporcionaram o desenvolvimento do imaginário das crianças, bem como o aspecto cognitivo, desenvolvendo seu aprendizado em várias áreas da vida.

As histórias reportam valores morais e éticos, que levam o sujeito a repensar suas atitudes do cotidiano, numa reflexão que pode modificar sua ação, tornando-a melhor enquanto pessoa.

Leia aqui os "Contos de Hans Christian Andersen"

Fonte: Jussara de Barros. Disponível em: http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-internacional-do-livro-infantil.htm. Acesso em: 08 abr. 2009.