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8 de março de 2010
12 de dezembro de 2009
José de Alencar

Hoje, 12 de dezembro, é aniversário de falecimento do escritor José de Alencar. A Biblioteca presta uma homenagem com a publicação do LivroClip do livro "Diva".
Confira também no blog o LivroClip de Iracema.
Fonte: LivroClip
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19 de abril de 2009
Dia do Índio

Em 19 de abril, comemora-se o Dia do Índio.
Através da pergunta: como vivem hoje os primeiros habitantes do Brasil? você fica por dentro de muitas informações sobre os índios.
"Muito tempo se passou desde que os portugueses chegaram aqui e conheceram esses povos cheios de tradições. Mais de 500 anos depois, qual é o resultado desse encontro de culturas? Pegue seu cocar e embarque nessa viagem ao mundo indígena moderno," acessando o site da Ciência Hoje.
Dica para pesquisa: Enciclopédia dos Povos Indígenas
Texto: Tatiane Leal
Foto: Angelo Marcello
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Índio
27 de março de 2009
Papel eletrônico

Reportagem extraída da Revista Ciência Hoje On-line
"Imagine-se sentado em um banco de praça, quando alguém ao seu lado retira de um fino canudo uma folha retrátil e transparente de tamanho A4. De repente, letras e imagens aparecem naquela folha, como se fosse uma página impressa. O contraste e a visibilidade das letras em diferentes ângulos lembram uma folha de papel. Isso ainda é uma cena de ficção.
O papel eletrônico – a folha transparente da cena imaginária – já existe em diversos produtos. Falta apenas ele aparecer no design imaginado acima e com um preço compatível com a renda de boa parte da população.
Nos laboratórios de pesquisa, os trabalhos que viabilizaram o papel eletrônico já têm uma longa história. Podemos dizer que a saga remonta aos anos 1950, quando propriedades elétricas foram descobertas em alguns polímeros e as primeiras imagens xerográficas foram obtidas com o processo conhecido como eletroforese. Na década seguinte, com a descoberta dos polímeros semicondutores, estava aberta a estrada para se chegar ao papel eletrônico.
Mas a evolução da ciência e da tecnologia não é assim tão certinha. Tropeços metodológicos e estratégias comerciais entortaram o rumo dessa história. Passados mais de 40 anos, ainda estamos à espera do papel eletrônico com as propriedades que teoricamente consideramos adequadas.
E quais são essas propriedades? Para se assemelhar ao papel impresso em funcionalidade e disponibilidade, o papel eletrônico deve ter bom contraste, de modo a ser lido até na claridade da luz solar. Isso implica que as imagens deverão ser visualizadas por reflexão da luz e não por transmissão, como ocorre nas usuais telas de computadores e de televisores. É claro que isso não impede que um fabricante possa fazer um papel eletrônico que emita luz, mas essa não é a alternativa que está fazendo a cabeça da indústria.
Assim como o papel convencional, de celulose, o eletrônico também deve ser flexível, de modo que possa ser encurvado e guardado em um canudo. Tem que apresentar baixo consumo de energia e, sobretudo, ter preço de venda compatível com o orçamento de grande parte da população. Ainda não se conseguiu um produto que atenda a todas essas exigências."
Na matéria completa você encontra os caminhos seguidos pelos pesquisadores.
Carlos Alberto dos Santos, colunista da CH On-line
Foto: Eugeni Pulido
Para acessar a íntegra da matéria clique aqui
O papel eletrônico – a folha transparente da cena imaginária – já existe em diversos produtos. Falta apenas ele aparecer no design imaginado acima e com um preço compatível com a renda de boa parte da população.
Nos laboratórios de pesquisa, os trabalhos que viabilizaram o papel eletrônico já têm uma longa história. Podemos dizer que a saga remonta aos anos 1950, quando propriedades elétricas foram descobertas em alguns polímeros e as primeiras imagens xerográficas foram obtidas com o processo conhecido como eletroforese. Na década seguinte, com a descoberta dos polímeros semicondutores, estava aberta a estrada para se chegar ao papel eletrônico.
Mas a evolução da ciência e da tecnologia não é assim tão certinha. Tropeços metodológicos e estratégias comerciais entortaram o rumo dessa história. Passados mais de 40 anos, ainda estamos à espera do papel eletrônico com as propriedades que teoricamente consideramos adequadas.
E quais são essas propriedades? Para se assemelhar ao papel impresso em funcionalidade e disponibilidade, o papel eletrônico deve ter bom contraste, de modo a ser lido até na claridade da luz solar. Isso implica que as imagens deverão ser visualizadas por reflexão da luz e não por transmissão, como ocorre nas usuais telas de computadores e de televisores. É claro que isso não impede que um fabricante possa fazer um papel eletrônico que emita luz, mas essa não é a alternativa que está fazendo a cabeça da indústria.
Assim como o papel convencional, de celulose, o eletrônico também deve ser flexível, de modo que possa ser encurvado e guardado em um canudo. Tem que apresentar baixo consumo de energia e, sobretudo, ter preço de venda compatível com o orçamento de grande parte da população. Ainda não se conseguiu um produto que atenda a todas essas exigências."
Na matéria completa você encontra os caminhos seguidos pelos pesquisadores.
Carlos Alberto dos Santos, colunista da CH On-line
Foto: Eugeni Pulido
Para acessar a íntegra da matéria clique aqui
6 de fevereiro de 2009
Encontrado manuscrito que pode ser versão antiga da Bíblia

Um manuscrito escrito em siríaco, dialeto da língua nativa de Jesus Cristo, foi encontrado no norte do Chipre. Autoridades policiais acreditam que o documento seja uma versão antiga da Bíblia.
Reportagem completa: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3498122-EI238,00.html
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